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A aromaterapia é a utilização
dos óleos essenciais e seus princípios ativos
com o objetivo de promover a saúde física
e emocional. Muitas são as formas de se utilizar
este recurso. Através de difusores de aromas, compressas,
óleos de massagem, acrescentando na água do
banho, entre outras. A mistura de mais de um óleo
essencial, chamada sinergia, resulta em um efeito sinérgico
mais complexo, não se limitando apenas à soma
dos benefícios de cada óleo envolvido.
Breve história:
Os óleos essenciais eram inicialmente utilizados
sob a forma dos seus precursores, os ungüentos. A arqueóloga
J. Hawkes, afirma que no Egito antigo essa prática
era utilizada por todos e não apenas pelos faraós
e outros nobres. Posteriormente, com a extração
dos óleos essenciais puros, essas essências
tornaram-se produtos nobres. O termo “Aromaterapia”
é usado desde 1928, quando o químico francês
René Maurice Gattefossé descobriu algumas
propriedades da Lavanda.
Os princípios:
Os princípios ativos presentes nos óleos
essenciais são absorvidos de duas maneiras: através
da pele ou respiração. Muitas vezes as duas
vias são utilizadas simultaneamente. Quando aspiradas,
as moléculas aromáticas produzem reações
que resultam em atividade cerebral.
Ao penetrar na corrente sanguínea, os óleos
essenciais promovem mudanças químicas no organismo,
resultando em ações terapêuticas.
Práticas associáveis:
-
Massoterapia
-Talassoterapia
- cromoterapia
- Geoterapia
- Hidroterapia
Cuidados:
A mistura de muitos óleos, usados com diferentes
interagentes pode sobrecarregar o organismo, provocando
diversas reações. A mais comum é a
cefaléia. O ideal é estabelecer a melhor forma
de uso evitando assim o contato direto com muitos óleos.
Melhores Referências indicadas em português:
Tudo Sobre Aromaterapia, Adão Roberto da Silva. Ed.Roca,
624 p.
Aromaterapia e as Emoções. Shirley Price.
Ed. Bertrand. 322p. 2002. |