|
|
|
|
Shantala
- massagem para bebês
Sua “descoberta” no ocidente aconteceu quando o médico
francês Frédéric Leboyer, de passagem pela Índia,
se deparou com a cena de uma mulher a massagear seu bebê. Seu
nome era Shantala, ela era paralítica e estava numa associação
de caridade em Pilkhana, uma favela de Calcutá. O ambiente que Leboyer percorrera até então era completamente
hostil, mas a cena da massagem fez com que a beleza e harmonia dos movimentos
de Shantala transformasse tudo a sua volta. Leboyer pediu para fotografá-la. Ela, admirada pelo interesse
em uma prática tão simples e corriqueira, aceitou. Durante dias ele acompanhou a massagem de Shantala em seu bebê,
captando atentamente cada movimento. Após alguns dias de observação,
finalmente foi fotografá-la. Leboyer fez o possível para
que as fotografias exprimissem a profundidade e o amor envolvidos. “O horror das ruas sórdidas
que percorrera,
Em homenagem à essa mãe, Leboyer deu o nome da técnica
de massagem em bebês de Shantala. Na índia essa prática
não tem um nome específico, pois trata-se de uma atividade
que faz parte dos afazeres diários das mães. Graças à “descoberta” de Leboyer, e ao seu
livro: SHANTALA, massagem para bebês:
uma arte tradicional, a Shatala vem sendo cada vez mais
utilizada em todo o mundo e cresce a cada dia o número de pesquisas
científicas que objetivam comprovar seus benefícios. Mas há um aspecto que transpõe as pesquisas científicas
e suas comprovações: A relação Mãe-Filho/Pai-Filho.
O Shantala proporciona um momento de intimidade e conforto, uma oportunidade
de aprofundar este vínculo.
BIBLIOGRAFIAS RECOMENDADAS: LEBOYER, F. Shantala, Massagem para bebês: uma arte tradicional.
São Paulo: Ground, 1995. CASSAR, M. P. Manual de Massagem terapêutica. São Paulo:
Manole, 2001. |
|
O Portal Naturologia não se responsabiliza pelo conteúdo e a utilização do material publicado. Ao Utilizar os materiais do Portal, por favor dê os créditos aos autores. Naturologia é ética no atendimento e na academia. |